domingo, 21 de novembro de 2010

OTÁVIO MAIA - VELHICE

 Sem fugir de assumir o meu lugar
Para e vejo que tudo está mudado;
Avelhice é um fardo tão pesado,
Mas eu sou obrigado a carregar.

Quem é jovem não quer me acompanhar
Porque diz que estou ultrapassado.
Se por isso eu fico amargurado
Silencio e me ponho a meditar.

Aventuras dos tempos de rapaz...
Fantasias ficarm para trás,
Vivo hoje aos trancos e barrancos.

Como antes não tenho a mesma crença,
Pois agora estou a vendo a difernça 
Refletindo-se em meus cabelos brancos.


Autoria do Poeta Otávio Maia

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