segunda-feira, 7 de maio de 2012

NAZINHA RIBEIRO - POEMA SOMBRAS DAS MATAS

SOMBRA DAS MATAS

As matas verdes e sombrias
Precisam ser preservadas
Não fazer desmatamentos
Não provocar as queimadas
Porque ali moram tudo
Da natureza sagrada


Nas matas verde se esconde
O pequeno beija-flor
O joão de barro constrói
O seu ninho com amor
E as abelhas trabalham
Tirando o nécta da flor


As matas verde é que servem
Para a fauna alimentar
A fonte que corre alí
A água fria está
Por isso é que precisamos
Toda a mata preservar


Nas matas verdes e sombrias
Também mora o rouxinol
E o canário selvagem
Que canta ao nascer do sol
Em fim tudo ali é belo
Borboleta e caracol


A natureza agradece
Um paraíso tão belo
Pois é ali que se encontra
O grande ipê amarelo
Se juntam arvores e bichos
Formando um grande elo


Com matas verdes e sombrias
O clima é bem mais gostoso
Não se ver poluição
Tudo é bem afetuoso
Quando o vento sopra leve
Isso é maravilhoso


Que bom seria se o homem
Aprendesse a respeitar
As belezas das florestas
Que ajuda a confortar
Não fazer desmatamentos
E a fauna preservar

 Poema de Autoria de  Nazinha Ribeiro




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